tirando o atraso com um post um pouco mais elaborado e cheio de críticas e algumas reflexões, vamos começar com o nosso querido canal extinto Animax:
Mas, no mesmo ano, apareceu uma luz no fim do túnel para os otakus, o Netflix, um serviço de vídeo sobre demanda que, pásmem, possui animês completinhos em seu catálogo. Mais uma vez tudo estaria certo se os animês fossem populares, bons e famosos. Revendo o catálogo de animês no netflix, só vemos dois animês com tais características, o do ninja loiro "Naruto" (52 episódios) e o do antagonista mais querido dos otakus "Death Note", todos os outros animês do acervo não possuem expressão suficiente.
Mas, para o caso da Netflix, o que significa ter expressão? Significa ser bom ou interessante o suficiente para trazer assinantes. Sabem aqueles animês tão ruins que passavam no Animax? Agora estão na Netflix e são de expressão tendendo a 0. Veja bem, é ótimo que a empresa esteja trazendo novos animês para o catálogo e torço para que traga mais e de todos os tipos possíveis seja seinen, shounen, shoujo, josei, etc. Mas é necessário bons títulos e isso parece está em falta, deem uma olhada no catálogo de animês:
Os animês recentemente inseridos são: Genma Wars, Barom One, Demon Lord Dante, Beast Fighter e Gun Frontier. Com aúdio em português apenas.
Todos foram exibidos pelo extinto Animax. Algo interessante deve ser dito, algumas distribuidoras no intuito de divulgar outros animês menos expressivos só negociam grandes títulos se um, dois (ou um monte) desses menores forem licenciados também, então pode está chegando um grande animê para se incorporar ao serviço ou não, né...
Se a intenção da Netflix é se tornar um serviço o mais completo possível, então é fundamental que se tenha bons animês. Enquanto isso não acontece é curtir outras produções, criticar os erros e elogiar os acertos.
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